E daí?

E daí?

sábado, 26 de julho de 2014

Justiça, Saúde, Educação, Transporte etc. - destaque > JUSTIÇA

Serviços essenciais (por lei e naturais) são "mercados"?
Devem sofrer restrições?
Tem sentido restringir atendimentos?

Vejam:

https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/1475f482c9b3a5b3

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Precisamos de mudanças radicais no ensino da Medicina

Por quê a ênfase na alopatia e cirurgias perigosas?
Homeopatia, plantas medicinais brasileiras com pesquisas acadêmicas e eternas (resultados?), etc.), acupuntura etc sem a ênfase que mereciam...



da Wikipédia:
Alopatia é um termo introduzido em 1810 por Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), considerado o Pai da Homeopatia, para descrever técnicas de tratamento que sigam o princípio "Contraria contrariis curantur" que seria oposto ao "Similia similibus curantur" (semelhantes são curados por semelhantes), base terapêutica da homeopatia.
A "medicina alopática" é uma expressão usada normalmente por homeopatas e defensores de outras formas de medicina alternativa para se referirem à utilização, por parte da medicina convencional, de agentes farmacologicamente ativos ou intervenções físicas, com o objetivo de tratar doenças, suprimirsintomas ou processos fisiopatológicos.1
Baseada no princípio contraria contrariis ou Lei dos Contrários, é oposta à Homeopatia. Também conhecida por Heteropatia, Enantiopatia, é o tratamento de doenças utilizando medicamentos cujos efeitos são diferentes daqueles sintomas apresentados por essas doenças.
O termo geralmente se refere à medicina atual, ou convencional, de bases científicas, em contraste à medicina alternativa. Nunca foi aceite como um termo cientifico prevalecente, foi adotado pelos defensores da medicina alternativa para se referirem pejorativamente à medicina convencional. Nestes círculos, a expressão "medicina alopática" é ainda usada para se referirem a um "grupo alargado de categorias de práticas médicas que por vezes também é dado o nome de medicina ocidental, biomedicinamedicina baseada em evidências, medicina moderna".

terça-feira, 22 de julho de 2014

Túnel Santos-Guarujá e a BR 101

A BR 101 deveria ser uma estrada de união das cidades costeiras.
Com o amadurecimento de tecnologias e conceitos, poderia ser retomada com vigor.
Infelizmente o pessoal dorme sobre ela, que até teria a hipótese de uma opção ferroviária. A desculpa é a existência de restrições ambientais, uma questão que não olham nas cidades cujo crescimento é mais do que agressivo. Precisamos de coerência e não desprezar a sinergia de nossos polos urbanos no litoral.

Com certeza a corrupção e a incompetência assustam, mas deveríamos ter de nossos candidatos uma resposta para esse desafio de integração nacional.


Vale a pena ver:



De:
Enviada em: sábado, 19 de julho de 2014 23:52
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: Túnel Santos-Guarujá

Túnel Santos-Guarujá

   
Dada a largada para o licenciamento ambiental do Submerso - Túnel Santos-Guarujá

Governador Geraldo Alckmin apresentou o traçado definitivo do túnel e entregou cópia do EIA/Rima aos prefeitos de Santos e Guarujá nesta terça-feira (3/9)









Publicado em 04/09/2013
O túnel, que terá 762 metros de extensão, 950 metros de rampas e cerca de 4,5 km de obras viárias em superfície e em viadutos, será composto de seis módulos de concreto pré-moldado, que serão construídos em uma doca seca localizada no Guarujá.


  • Quando o Brasil terá gerenciamento e planejamento técnico eficaz?

  • Continuaremos a depender de gerentes negociados em função do horário político?

  • Nosso país está condenado a rastejar?

sábado, 5 de julho de 2014

EPI - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - NÃO BASTA FORNECER É PRECISO FISCALIZAR

O Equipamento de Proteção Individual - EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado a proteção contra riscos capazes de ameaçar a sua segurança e a sua saúde.

O uso deste tipo de equipamento só deverá ser feito quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade, ou seja, quando as medidas de proteção coletiva não forem viáveis, eficientes e suficientes para a atenuação dos riscos e não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho.

Os equipamentos de proteção coletiva - EPC são dispositivos utilizados no ambiente de trabalho com o objetivo de proteger os trabalhadores dos riscos inerentes aos processos, tais como o enclausuramento acústico de fontes de ruído, a ventilação dos locais de trabalho, a proteção de partes móveis de máquinas e equipamentos, a sinalização de segurança, dentre outros.

Como o EPC não depende da vontade do trabalhador para atender suas finalidades, este tem maior preferência pela utilização do EPI, já que colabora no processo minimizando os efeitos negativos de um ambiente de trabalho que apresenta diversos riscos ao trabalhador.

Portanto, o EPI será obrigatório somente se o EPC não atenuar os riscos completamente ou se oferecer proteção parcialmente.

Sérgio Ferreira Pantaleão

Que tipo de EPI os jogadores de futebol deverão usar?